ENTREVISTA COM YLVANGE SOUZA TAVARES
- De onde você é? Quando você começou a se aventurar na literatura? Sofreu influência direta de parentes mais velhos, amigos, professores? O que aprendeu na escola o instigou a criar textos?
- Sou Sergipano mais moro na Bahia há 16 anos. Minha iniciação para fazer livros infantis aconteceu por acaso. Eu tinha feito uma historinha para minha esposa apresentar na escola e guardei. Um dia coloquei a mesma historia no papel. Não parei mais.
- Você já leu muitas obras e lê frequentemente? Que gêneros (poesia, contos, crônicas, romance) e autores prefere?
R – Nunca gostei de ler. Isso é culpa dos meus pais. Hoje trabalho para que os pais possam ler para seus filhos e fazer com que seus filhos sejam leitores no futuro.
- Costuma fazer um glossário com as palavras que encontra por aí (em livros, na internet, na televisão etc.) e ir ao dicionário pesquisá-las?
R – O dicionário é o nosso tradutor mais barato. Sempre peço ajuda a ele.
- Há escritores de hoje na internet (não consagrados pelo povo) que admira? Em sites, Academias de que de repente você participa etc.
R – Não.
- Você costuma participar de antologias? Acha-as algo interessante? Participaria de uma se eu a lançasse?
R – Antologia é a maneira mais fácil de publicar algo autoral. Eu participarei com muito prazer.
- Você é membro de Academias de Letras? Aceitaria indicações para ingressar em Academias de Letras como membro?
R – Não sou membro e por enquanto não pretendo entrar, pois não tenho tempo.
- Tem ideia de quantos textos literários já escreveu? Há quanto tempo escreve ininterruptamente?
R – Textos infinitamente, já escrevo há 3 anos.
- Você tem dificuldade de escrever em prosa, em verso?
R – Escrevo tudo, depende do momento.
- Você possui algum lugar onde publica textos virtualmente? Qual?
R – Poemas do Brasil, Fênix. Tudo grátis.
- Que temas prefere escrever? Prefere ficção ou o que vivencia e vê no dia a dia?
R – Escrevo histórias infantis, acho uma onda viajar nos pensamentos infantis.
- Aprecia outros tipos de arte usualmente? Frequenta museus, teatros, apresentações musicais, salões de pintura? Está envolvido com outro tipo de arte (é pintor, músico, escultor?)
R- Adoro teatro.
- Que retorno você espera da literatura para si mesmo no Brasil? E a nível de mundo?
R – Eu mesmo nada, mas sei que quando morrer não morrerei sem prestar um grande serviço literário ao meu país.
- Você acha que o brasileiro médio costuma ler? Acha que ele gosta de literatura tradicional ou só de notícias rápidas e sem profundidade?
R – Não temos cultura literária. Fica difícil eu tachar todos de ignorantes literários, mas temos que acreditar em um dia tudo mudar.
- Você costuma registrar seus textos na FBN antes de publicá-los? Sabe da importância disso?
R – Não, nunca nem ouvi falar.
- Já tem livros-solo publicados? Consegue vendê-los com certa facilidade?
R – Tenho sim, vender só nos lançamentos.
- Já conhecia o poeta-escritor Oliveira Caruso (desculpe-me... Esta pergunta é padrão para quem participa de meus concursos literários)?
R – Tive o prazer de conhecer na Bienal Rio 2015, pessoa adorável, prestativo e atencioso.
- Você trabalha com literatura inclusive para aumentar sua renda ou a leva como um delicioso hobby?
R – Minha diversão predileta. Um hobby caro.
- Você trabalha(ou) fora da literatura?
R – Sou Empresário na área de saúde ambiental.