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OBRAS VENCEDORAS III TR. AMOR ENTRE MÃES E FILHOS
OBRAS VENCEDORAS III TR. AMOR ENTRE MÃES E FILHOS

TEXTOS VENCEDORES DO III TROFÉU ARTÍSTICO-LITERÁRIO AMOR ENTRE MÃES E FILHOS

 

 

(ESCLARECIMENTO: COMO SEMPRE, NESTE ARQUIVO SÓ APARECEM OS TEXTOS QUE ACARRETARAM CONQUISTA DE MEDALHAS E DO TROFÉU. EM BREVE NESTA MESMA COLUNA SERÁ PUBLICADO O E-BOOK COM TODOS OS TRABALHOS ENVIADOS A CONCURSO).

 

*********CATEGORIA POESIA*********

 

 

MEDALHA DE OURO

 

 

CLÁUDIO DE AUMEIDA (SÃO PAULO – SP)

ANJOS E MÃES

À Dona Laurinda onde quer que estejas...

 

Um beijo, um assopro e pronto, a aflição, a dor desapareciam.

Aquele carinho gostoso, a palavra amiga, a oração conjunta.

Aconchegava-me em teus braços e em paz dormia.

O milagre, só tu e os anjos sabiam como fazer.

 

Nas angústias mais profundas me abraçavas.

E em teu seio encontrava meu abrigo, meu refúgio.

Minhas mãos espalmadas entre as tuas

Buscavam entre preces e carinhos o consolo.

 

Das alegrias, as melhores, nem sempre partilhavas.

Não por omissão, ausências ou desamor.

Minha atenção nessas horas te esquecia.

Mesmo assim teu amor era por mim.

 

Quantos conselhos sabiamente tu me davas.

Ensinando da vida o bem viver.

E eu ingenuamente acreditava

Que nada poderia me vencer.

 

Que saudades desse tempo tão distante.

Do assopro que curava minha dor.

De teu seio carinhoso que amparava

Nossas lágrimas que se uniam nesse amor.

 

Busco em vão encontrar tuas mãos

Que entrelaçadas entre as minhas

Eu nunca mais eu encontrei.

 

Abençoa, minha Mãe, esta oração.

De teu filho que saudoso te implora,

Faz de novo, com os anjos o milagre,

De em paz, eu dormir para sempre agora.

 

 

LÚCIA PÉRISSÉ (RIO DE JANEIRO – RJ)

UM PEDIDO

 

Noite calma,

céu nublado,

a rua vazia no meio da noite...

Um grilo cantando suave cantiga,

nem as folhas balançam;

uma luz lá do alto

ilumina a esquina...

Céu negro profundo,

está negro demais;

lá longe aparece

uma só estrelinha...

Por que tão sozinha?

As outras se foram

guardadas nas nuvens...

Ó doce estrelinha

que anda sozinha

sem medo da noite,

me atende um pedido!

Te peço somente

que faças feliz

a minha filhinha...

 

 

MEDALHA DE PRATA

 

 

FERNANDO CATELAN (LIMEIRA – SP)

MÃE, ONDE?

 

Mãe, quanto tua ausência amargo

mesmo eu, crê, à beira da loucura

e as cores do céu ora um encargo,

viver sem ti lida agora mais dura!

 

Mãe, sei, foste passear tuas dores,

diz cá, porém, a senda que tomaste

e, por onde, amada, tu, pois, fores,

estarei eu,‘inda por alcunha traste!

 

Vezes tais tu mãe minha quis Alto,

tu a mãe que, ora vês, me serviria,

assim, de morte a morte ágil salto,

ao ventre teu a infalível artilharia!

 

Talvez ignores, mas mais te amo,

mais te amo, mãe assaz venerada,

tu alhures, incontável quão acamo

sem dormir, ‘inda breu na calada!

 

Mãe, onde, se eu te pressinto viva?

Não foste de todos nós a querida?

Essa saudade dum encontro priva

se ‘inda vem nova guerra fratricida?

 

Deixa-me, mãe, excursionar, se ido,

ido onde à súplica o insurrecto eco,

jaula se abrindo e eu deveras ferido,

mãe, destarte, ó tesa, cedas se peco!

 

Tanto anelo, eu já ciente, mãe, onde

devotar-te amor a tal fiel, tão lindo!

Excelsa, mãe, cá ou longe te esconde,

oculta em brumas e ‘inda, te deslindo!

 

MARIA LUCIENE DA SILVA (FORTALEZA –CE)

O AMOR ENTRE MÃES E FILHOS

 

 

As mães que tem vocações

A delicadeza e brilhos

Tanto aos seus filhos amam

Dão limites e nos trilhos

Estrutura e educação

O leme sim também não

Amor Entre Mães E Filhos.

 

Conviver com emoções

Ao gerar a nova vida

Carregar o feto no ventre

Fase importante vivida

Repassar amor e firmeza

Não sofrimento e tristeza

Estimada mãe querida.

 

Se o filho está doente

Passa a noite acordada

Com todo zelo e carinho

Não se cansa na jornada

Ternura no tratamento

Presente a cada momento

Otimista e advogada.

 

 

Boa mãe é firme e forte

Positiva confiante

A primeira catequista

Professora e  estudante

Mantendo seu segredinho

Ora rosa, ora espinho,

Sem ferir seu semelhante.

 

O exemplo da sagrada

Família de Nazaré

Cabe a formação dos filhos

Educação luz e fé

Na vida de uma criança

Ser unânime a esperança

Ou sumidade mãe é.

 

 

 

Mãe amorosa exemplar

Compreensão verdadeira

Aponta o ensinamento

Formando   a  melhor maneira

Desafia o filho encarar

O ideal realizar

Vencendo em sua carreira.

 

 

Cativando com amor

Para merecer um anel

O  labor e a formatura

Conseguir ser bacharel

Ser uma mãe compromisso

Não deixar lacuna  omisso

Irradiar seu papel.

 

 

As mães são pontes que ligam

Essa visão de futuro

Do filho sente o calor

O seu amor é tão puro

Mãe a primeira pessoa

Semear palavra boa

Dando suporte seguro.

 

 

Mudam de comportamento

Os filhos na juventude

Existem  independentes

Outros com boa atitude

E no amor em geral

Sinceridade real

No progresso uma virtude.

 

 

Um dia alguém vai dizer

Eu aprendi logicamente

Hoje entendi o porquê,

Mãe pegou no pé da gente

Pra onde vai, quando vem,

Acompanhado de quem?

Perguntou o suficiente.

 

 

Nos amou o suficiente

Por isso ficou de pé

Duas horas esperando

Pra nós fazer o café

Nossos ideais matutos

Ela em quinze minutos

Fazia lógico eu dou fé.

 

Nossos desapontamentos

Que também dizia não

Penalidades tão duras

Partiram seu coração

Pra nós assumir os atos

E hoje estão nos relatos

Lhe devo em ser  cidadão.

 

 

Foi difícil a batalha

Muitas vezes odiada

Vi suas lágrimas caírem

Mas mamãe foi compensada

Ela venceu, nós também

O amor que foi além

A mãe má hoje é  amada.

 

Outras crianças brincavam

O dia  inteiro na rua

Chegavam tarde e mentiam

Nós, verdade crua e nua

Tinha que ficar em casa

Debaixo de sua asa

Cumprindo a ordem sua.

 

Arrumar nossa bagunça

Tirar a louça da mesa

Pra nós isso era cruel

Mas ela tinha  certeza

Que devia ser assim

Liderança que enfim

Entendemos  com franqueza.

 

 

Antes  incansáveis tempos

Sermões em vez de dar prata

Conhecer os meus  amigos

Muitas vezes foi  ingrata

Corrigindo nos horários

Dos saudosos comentários

A ela hoje eu sou grata.

 

 

Por nunca ter me envolvido

Com drogas e vandalismo

E não ter ido à cadeia

Cativar sempre otimismo

Foram valores morais

Bom conceito e tem mais

Só amor positivismo.

 

Talvez os males de hoje

É não ter o  suficiente

Mães más igualmente a minha

A criança o adolescente

Uma  sociedade justa

O cuidado de mãe custa

A conquista do ambiente.

 

 

E optando por mudanças

As mães com sublime amor

Superam novos  padrões

Por força do criador

A canção que resplandece

Entre a luta  permanece

No encanto de uma flor.

 

Para o próprio bem dos filhos

As mães às vezes frustradas

Custam caro os corações

Que ao serem superadas

Vão compondo melodias

Colorindo novos dias

Pelo perdão exaltadas.

 

Comportamental postura

Constante transformação

O diálogo respeitado

Convívio de geração

Somente amor e afeto

Deixam para filho e neto

Nos laços de união.

 

 

Harmonia mães e filhos

Lions Jangada o motivo

Estrutura pedagógica

Com ensino educativo

O perdão e a conversa

Não se limita e imersa

Interface  reflexivo.

 

Na leitura do cordel

Explícito  entrosamento

De pais, aluno e  escola

Faz bem acompanhamento

Para aquele que padece

Nossa cultura esclarece

O valor do crescimento.

 

Liberdade é ter direito

Um futuro bem feliz

Com responsabilidade

Inerente o caráter diz

Entre inspiração divina

Nossa  lida é oficina

E o amor de mãe que fiz.

 

 

 

MEDALHA DE BRONZE

 

 

MARIA DO CARMO SOUZA (BELÉM – PA)

Mãe!

 

Recebe o seu filho

Um ser pequenino.

Acolhe em seus braços

Com muito carinho.

Mãe, é sofrer

É pura alegria.

É serva dos filhos

Todos os dias.

Mãe, é fortaleza

È frágil e tem brilho.

É um gigante

Em defesa do filho.

Ouve calada

Do filho atrevido.

Pra ele, sorri

Mas chora escondido.

Perdoa o filho

Com um belo sorriso!

Dá a vida por ele

Se for preciso!!!

 

 

DANIELLI RODRIGUES (LONDRINA – PR)

Minha doce Laura

Plantada a sementinha
Na segura terra cultivada
Na protegida terra amada
Minha sementinha.

Chuvas, mudanças, lembranças
Choro da adorada terra
Nesta nova e mágica era
Ternuras, forças, esperanças.

Ventos, movimentos, sofrimentos
Recebe toda a luz
Que o sol a conduz
Momentos, crescimentos, fortalecimentos.

Brota da fértil terra
Sementinha querida
Sementinha linda
Florzinha da terra.

Terra que chora
Terra que geme
Terra que não teme
Nesta terna hora.

Na luz da aurora
Sem demora
Rebenta a flora
Jaz outrora.

Assim da bela natureza nasce
Nasce e resplandece o sol
Nasce e fortalece a terra
Nasce sol, terra, flor:
nasce minha doce Laura!

 

 

*********CATEGORIA PROSA*********

 

 

MEDALHA DE OURO (E TROFÉU)

 

 

JOSEPHA SOARES BARBOSA (RIO DE JANEIRO – RJ)

MÃES E FILHOS: ELO SUBLIME

                       

 

 

 MEDALHA DE PRATA

 

ÉRIKA LOURENÇO JURANDY (RIO DE JANEIRO – RJ)

 

Amor incondicional

 

Nunca acreditei no amor e nem nas histórias melosas que envolvem o tema. Sempre achei tudo muito falso, superficial, beirando a espetáculos teatrais que, na maioria das vezes, são de dramas sem fim. Talvez o conceito de amor mais sincero que aprendi foi o exposto em certa aula de Filosofia, na época da Pedagogia. Esse sim me pareceu genuíno! O conceito foi, mais ou menos, o de que o amor é falta. Aquilo que não temos ou daquilo que sentimos falta, é o que buscamos no outro, sendo o amor esta falta do que podemos obter fora de nós mesmos. Sem dúvida, foi uma aula inesquecível, principalmente porque a maioria das alunas questionaram o professor a respeito daquela afirmação, gerando mais e mais discussões. Engraçado ver tanta gente arrancando os cabelos por algo tão banal, afinal, eu, do alto de minha incrível soberba, já havia entendido aquele “conceitinho mixuruca” da “flor roxa que nasce no coração dos trouxas”. 

 

Na verdade eu nunca entendi a lição do amor, o que era o amor, até o dia que vi que jamais o teria novamente, o dia que minha mãe resolveu voltar para o mundo das ideias – bem, cada um chama como quiser: mundo espiritual, céu, de volta à casa do Pai, mas eu vou, novamente, com a Filosofia, crendo que quem perde o corpo físico sai deste mundo material e volta ao mundo das ideias. Sim, no dia que minha mãe deixou de existir, definitivamente, no mundo material, me dei conta de que havia perdido o amor incondicional da minha vida. E foi um aprendizado tremendamente denso, intenso, inimaginável, bem como sofrido, porque entendi o que acabara de não ter mais.

 

Nunca disse que a amava. Nunca disse que ela era importante. E nunca mais irei dizer, enquanto estiver neste mundo material. Com certeza, se tudo fosse diferente, continuaria não dizendo coisa alguma e continuaria sendo distante, com aparência de vazia de sentimentos, afinal, continuo crendo que amor não se mede em palavras e nem em ato algum. Apenas se sente. Mas, podemos senti-lo verdadeiramente de maneira incondicional, fora do nosso mundo interior. Hoje sei que perdi tanto tempo no meu mundo das ideias particular que esqueci do mundo material que necessitava ser cuidado, amado na mais ampla concepção do sentimento; esqueci da pessoa que me ensinava, dia após dia, desde que nasci, o que era o verdadeiro amor, conceito que eu achei que havia aprendido na aula de Filosofia. Eu já tinha um conceito concreto de amor – e incondicional! – e nunca o levei a sério ou dei a devida importância. Até então, nunca entendi o que era esse tal de amor.

 

Por que nós podemos viver dois dias ou duzentos anos, ter vários relacionamentos de amizade ou de suposto amor, mas nunca, jamais, o amor incondicional virá de alguém diverso de nossa mãe. Iremos ser concebidos e, neste momento mágico, estaremos sendo a prova viva de que o amor incondicional é real e que ele já nasce conosco, advindo de nossas mães, seres que, como diz Drummond, não deveriam morrer nunca!

 

No meu caso, a minha lição de amor foi bem maior. Foi a de um amor incondicional infinito. Sendo a filha caçula, comecei a existir em um momento de vida complicado de minha mãe, em uma gravidez de risco. Após três filhas, fazendo uso de remédio para não engravidar e com idade imprópria para iniciar uma gravidez, ainda assim, quando minha mãe ouviu que poderia interromper a gravidez, ela resolveu mantê-la, ela resolveu que eu seria importante em sua existência, mesmo já sendo mãe de três mulheres extraordinárias, minhas irmãs. Minha mãe decidiu, mais uma vez, ser mãe. A minha mãe. Mesmo estando plenamente ciente de todos os riscos, de todos os problemas que ela poderia ter com essa nova gestação, ela prosseguiu. Ela me amou desde o primeiro momento e, certamente, até o último e, depois do último, pelo infinito. E se isso não é amor, eu não sei o que pode ser.

 

Sem dúvida, esse amor incondicional de mãe existe pela eternidade, extrapolando as barreiras físicas e de qualquer entendimento humano, porque, mesmo ausente fisicamente, ela me motivou a realizar algo extraordinário, que é transformar meus sentimentos mais tristes e agoniantes de perda, em algo proveitoso, algo bom, que é escrever. Sim. Ela foi a responsável por eu estar aqui hoje, refletindo, me desconstruindo mais uma vez e tentando expressar o que é esse amor de mãe.

E por ela, minha mãe, só por ela e mais ninguém, posso afirmar que o amor é mesmo uma falta: não conseguimos ser alguém enquanto não nos damos conta de que outro alguém, abdicando de muito ou até de si mesmo, preferiu ser mais completo com um ser vindo dele, ser esse que, muitas vezes, é completamente incompleto, nem mesmo sabendo reconhecer esse amor incondicional que foi o início de tudo... 

 

 

MEDALHA DE BRONZE

 

 

ANTÔNIO PAIVA RODRIGUES (FORTALEZA – CE)

HOMENAGEM AO DIA DAS MÃES

Em nossas relações familiares, o amor maternal e frutífero está presente, desencadeando uma luz, um vetor de energias positivas, purificadoras e saneadoras. É o amor de mãe para com os filhos que ela guarda no coração. O amor maternal é um dever divino com nuanças que acontecem no mundo animal, como no mundo hominal. Comum em inúmeros países, o Dia das Mães é uma das datas comemorativas mais conhecidas no mundo. A história do Dia das Mães teve origem no início do século XX, quando a jovem americana Anna Jarvis perdeu sua mãe e ficou profundamente deprimida.

Preocupadas com ela, algumas amigas resolveram fazer uma festa em homenagem à mãe de Anna. Ela então teve a ideia de homenagear todas as mães, vivas ou mortas. Com o tempo, a comemoração do Dia das Mães passou a ser comum nos Estados Unidos e em 1914 foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson. Aqui no Brasil, a data foi oficializada apenas em 1932, pelo presidente Getúlio Vargas. Ao emitirmos uma palavra de amor devemos fazê-lo com criatividade consoladora, onde a candeia do bem estiver apagada.

Um beijo, um afago, um abraço carinhoso valem mais do que mil presentes materiais. Quando nos vem à mente a figura de mãe, sempre surge acompanhada de um misto de divino e humano. O amor de mãe tem que ser presencial aonde o encargo vem à nossa esfera de ação por efeito da Providência Divina, mas a valorização do encargo e do trabalho parte exclusivamente de nós. O amor materno quando desatrelado por qualquer circunstância causa dissabores aos pais e muitas das vezes a ação terá uma reação drástica e com muito sofrimento.

 Nada mais belo, mais carinhoso do que o amor de mãe, mas por problemas culturais e econômicos uma nova mãe surge para regar o novo ser de afeto, de carinho e de amor. São as segundas mães, as avós que estão assumindo a educação dos netos em qualquer atividade familiar. É muito rara a pessoa que não se comova diante da lembrança de sua mãe. Meninos que abandonaram o lar por motivos variados, e vivem nas ruas, quando evocam suas mães, uma onda de ternura e lágrimas lhes invadem o ser.

Por que será que as mães são essas criaturas tão especiais? Por que são carinhosas, dóceis e insubstituíveis. Um coração de mãe é compassivo. A mãe sempre encontra um jeito de socorrer seu filho, mesmo quando a vigilância do pai é intensa. A harmonia no lar tem quer ser plena, pois nos dias atuais muitos pais fazem o papel de mães. No entender dos filhos, as mães têm ligação direta com Deus, pois tudo o que elas pedem, Deus atende.

O respeito às mães perdura até nos lugares de onde a esperança fugiu. Existem mães alegres, tristes, visto que cada uma delas tem problemas com o lidar com os filhos. Se todos os filhos soubessem o valor inestimável de uma mãe, o convívio entre ambos seria recíproco e recheado com carinho, afeição, alegria.

Falar de mãe é falar de amor, carinho, afeição, dedicação, compreensão, companheirismo e doação. Existem mães que são verdadeiras escultoras e professoras na arte da educação. Sabem retirar da pedra bruta que lhe chega aos braços, a mais perfeita escultura, trabalhando com o cinzel do amor e o cadinho da ternura. Se os filhos nunca esquecessem que passaram nove meses no ventre de suas mães, não seria difícil descobrir porque elas os conhecem muito bem.

Às mães solteiras, viúvas, adotivas, jovens, idosas e as que partiram para o mundo espiritual, o nosso amor e gratidão. Amamos-te de coração e te dedicamos carinhosos imensos e incalculáveis. Pegando um embalo divino queria dizer que Deus a fez mulher. Mas para embalar um berço e construir um caráter. Deus fez mãe para ser princesa. Deus a fez mulher para ser rainha. Deus a fez mãe para ser protetora.

Mamãe, você é o mais lindo presente de Deus para nós, e, queremos ser uma dádiva de Deus para você. Deus abençoe todas as mamães do Ceará, do Brasil e do mundo. Hoje nossa querida mamãe está com Jesus, mas nosso amor por ela cresce sem proporções. Amamos-te mamãe.

 

 

*********CATEGORIA IMAGEM*********

 

 

MEDALHA DE OURO (E TROFÉU)

 

 

ADRIANA MARIA DE ANDRADE PAIVA (FORTALEZA – CE)

 

LAVADEIRA AO RIACHO