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ENTREVISTA COM LÓLA PRATA
ENTREVISTA COM LÓLA PRATA

  1. De onde você é? Quando você começou a se aventurar na literatura? Sofreu influência direta de parentes mais velhos, amigos, professores? O que aprendeu na escola o instigou a criar textos?

Sou praiana de Santos SP. Na escola, ganhei o privilégio de transcrever um texto de aula de português no Livro de Ouro da classe (6ª série ???), o que me encheu de satisfação. Fui influenciada mais tarde por crônicas de Lourenço Diaféria, colunista da Folha de São Paulo.

 

 

  1. Você já leu muitas obras e lê frequentemente? Que gêneros (poesia, contos, crônicas, romance) e autores prefere?

Leio o quanto posso, no formato digital preferencialmente, onde posso aumentar o tamanho das letras, alcançar o significado de qualquer palavra desconhecida a um simples toque, marcar um trecho que agrade, evidenciar erros gramaticais e ortográficos, sem ácaros nem poeira doméstica, e a biblioteca me acompanha por onde eu for. No caso de meus livros digitais autopublicados na Amazon, consigo corrigir as imperfeições, ampliar o texto, como no dicionário de rimas ARRIMO. Se estiverem impressos, ficam com as incorreções ad æternum.

 

  1. Costuma fazer um glossário com as palavras que encontra por aí (em livros, na internet, na televisão etc.) e ir ao dicionário pesquisá-las?

Vou ao dicionário eletrônico Aurélio ou no próprio Kindle, o leitor da Amazon.

 

  1. Há escritores de hoje na internet (não consagrados pelo povo) que admira?

Em sites, Academias de que de repente você participa etc.

Paula Hawkins (A garota do trem); Sue Monk Kidd (A invenção das asas / A vida secreta das abelhas); gosto de ler o que escrevem amigos escritores Wadad Kattar, Marina Valente, Angela Togeiro, Fábio do Amaral, Henriette Effenberger e não perco livro de trovas, principalmente as milhares de trovas, haicais e breves de Humberto Del Maestro (Vitória ES) e  Sonetos de Amilton Maciel Monteiro (São José dos Campos SP).

 

 

  1. Você costuma participar de antologias? Acha-as algo interessante? Participaria de uma se eu a lançasse?

Já participei de muitas antologias, mas me decepcionei e parei, por causa de,  às vezes, dividir e copatrocinar espaço para baboseiras ou pornografia.

 

  1. Você é membro de Academias de Letras? Aceitaria indicações para ingressar em Academias de Letras como membro?

Fui a idealizadora, fundadora e 1ª presidente da ASES – Associação de Escritores de Bragança Paulista.

Sou presidente da Seção da UBT Bragança Paulista – União Brasileira de Trovadores / vice-presidente da Comissão Estadual do estado de São Paulo.

Correspondente das

AFCLAS - Academia Feminina de Ciências, Letras e Artes de Santos SP

AFLAJ - Academia Feminina de Letras e Artes de Jundiaí- SP

APLA - Academia Pontagrossense de Letras, Ponta Grossa- PR

ALACAN – Academia Letras e Artes de Caldas Novas - GO

SCLB - Sociedade de Cultura Latina do Brasil, Mogi das Cruzes- SP (Delegada)

Convites não faltam, felizmente, mas recuso por não ter condições de atender a contento a todas e por desconfiar de que nem todas me convidam pelo mérito, mas por necessidade financeira.

 

  1. Tem ideia de quantos textos literários já escreveu? Há quanto tempo escreve ininterruptamente?

Eu diria que em torno de 1 milhar de crônicas e contos. Cerca de 20 livros publicados; deles, uns 18 em papel e uns 15 virtuais...(?), cerca de 2.000 trovas e 500 poemas aproximadamente.

 

  1. Você tem dificuldade de escrever em prosa, em verso? 

Não sabia quase nada sobre versos, então, dediquei-me durante muito tempo a aprender, o que resultou no livro E EU SEI FAZER VERSOS?, um dos carros-chefes de venda junto ao ARRIMO, dicionário de rimas.

 

 

  1. Você possui algum lugar onde publica textos virtualmente? Qual? 

www.amazon.com.br

 

  1. Que temas prefere escrever? Prefere ficção ou o que vivencia e vê no dia a dia?

Prefiro o que vivencio ou o que observo na história de vida de outros.

 

  1. Aprecia outros tipos de arte usualmente? Frequenta museus, teatros, apresentações musicais, salões de pintura? Está envolvido com outro tipo de arte (é pintor, músico, escultor?)

Não, apenas literatura sacra e profana.

 

  1. Que retorno você espera da literatura para si mesmo no Brasil? E a nível de mundo?

Espero ajudar os poetas a se aprimorarem na arte, os mais espiritualizados a se aprofundarem na fé cristã católica.

 

  1. Você acha que o brasileiro médio costuma ler? Acha que ele gosta de literatura tradicional ou só de notícias rápidas e sem profundidade?

Todos precisam aprender a gostar de ler. Se houver quem os ensine, o brasileiro irá buscar entretenimento e cultura. Eu costumo oferecer meus livretos de trovas para atendentes de hospitais, balconistas e garçonetes, que demonstram muita alegria e gratidão ao recebê-los. Afirmam que amam poesia e que as compõem, escondidas.

Quando ofereço um livro a outro poeta ou escritor, dizem que os porão na fila de leitura para quando tiverem oportunidade.

 

  1. Você costuma registrar seus textos na FBN antes de publicá-los? Sabe da importância disso?

Registro quando são compilados em livros; textos avulsos, não.

 

  1. Já tem livros-solo publicados? Consegue vendê-los com certa facilidade? 

Tenho cerca de vinte livros publicados. Do primeiro, VIVENDO, crônicas, em parceria com outra autora, coube-me vender 1.000 exemplares em 1978. Vendi uns 900, imagine, empenhando-me, indo à casa das amigas para oferecer, mandando 1 dezena a cada amigo de outras cidades, que acabava comprando e presenteando seus próprios amigos etc. Esse sucesso nunca mais se repetiu, pois fiquei inibida e, portanto, vendia só no lançamento e os livros iam ficando encalhados. De vez em quando, resolvia mostrá-los nas festas de premiação de concursos e então vendia ou trocava títulos com outros expositores. Tenho mais facilidade de vender os livros técnicos: E EU SEI FAZER VERSOS? e ARRIMO, inclusive os da plataforma digital.

 

 

  1. Já conhecia o poeta-escritor Oliveira Caruso (desculpe-me... Esta pergunta é padrão para quem participa de meus concursos literários)?

Conhecia de grupos literários e na divulgação de concursos.

 

  1. Você trabalha com literatura inclusive para aumentar sua renda ou a leva como um delicioso hobby?

Para aumentar a renda, continuar com dinamismo cerebral, criar algo belo como legado aos filhos, como ministra da palavra evangelizadora e como delicioso hobby.

 

  1. Você trabalha(ou) fora da literatura?

Tendo formação básica de magistério, lecionei em alguns períodos da vida durante uns 10 anos, depois dos 7 filhos crescidos.

Completarei 77 janeiros, então agora, o trabalho é apenas doméstico. Dou aula de Trovas esporadicamente nas escolas e Faculdade de Letras quando convidada. Presido uma Seção da União Brasileira de Trovadores com grande satisfação.

 

 

Lóla Prata

www.pratagarcia.com.br

 

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