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ENTREVISTA COM LAÉRSON QUARESMA DE MORAES
ENTREVISTA COM LAÉRSON QUARESMA DE MORAES

1. Quando você começou a se aventurar na literatura?

R = Ao participar do Concurso Tiradentes de Poesia de Campinas/SP, patrocinado pelo Clube dos Poetas local, com o soneto "Se Dez Vidas Tivesses" -- Medalha de Honra ao Mérito.

Sofreu influência direta de parentes mais velhos, amigos, professores?

R = De minha mãe principalmente (que não completou a Admissão de sua época) com recortes de revistas e jornais, até de "cartas enigmáticas". Também de minhas 2 irmãs mais velhas que eram professoras primárias não formadas; e, por fim, do meu padrinho (natural de Santos/SP) que era o único assinante de jornal (O ESTADÃO) em Nioaque/MS, minha cidade natal.

 

O que aprendeu na escola o instigou a criar textos?

R = Não necessariamente, pois "no meu tempo" (sou nascido em 1950) não havia esse tipo de preocupação, nem nos colegial e Técnico de Contabilidade... Eu creio que já trouxe esta "bagagem" no meu espírito...!

 

 

2. Você já leu muitas obras e lê frequentemente?

R = Sim, já li e continuo a ler diariamente.

 

Que gêneros e autores prefere?

R = Eu leio "um pouco de tudo" -- de jornais a propagandas do comércio em geral; de poesias até romances; e não tenho predileção por gêneros e autores. Eu amo ler!

 

3. Costuma fazer um glossário com as palavras que encontra por aí (em livros, na internet, na televisão etc.) e ir ao dicionário pesquisá-las?

R = Eu costumo sim. Por isso mesmo é que não peço livro emprestado, pois costumo riscá-los, sublinhá-los, circulando as palavras que até então desconheço!

 

4. Há escritores de hoje na internet (não consagrados pelo povo) que admira? Em sites, Academias de que de repente você participa etc.

R = Sim, inclusive em sites, e-mails, blogs e Academias.

 

5. Você costuma participar de antologias? Acha-as algo interessante? Participaria de uma se eu a lançasse?

R = Eu já participei de várias em diversos anos e, mesmo as considerando interessantes, não participaria atualmente, pois estou economizando para, quem sabe, ainda neste ano, lançar o meu primeiro livro de Poesia...

 

 

6. Você é membro de Academias de Letras?

R = Sim, sou 'membro correspondente' da Academia Cachoeirense de Letras -- ali de Cachoeiro do Itapemirim/ES -- tão somente.

 

Aceitaria indicações para ingressar em Academias de Letras como membro?

R = Eu me sentiria honrado, mas não aceitaria pelo alto custo que isso representa para o meu orçamento.

 

 

7. Tem ideia de quantos textos literários já escreveu?

R = Com exceção dos originais de minhas obras primeiras (furtadas com meus pertences pessoais em 1977 e tão poucas recuperadas), sim, pois sou técnico em Contabilidade!

 

Há quanto tempo escreve ininterruptamente?

R = Desde 1959 quando, 'apaixonado' pela minha professora Maria H. Pelengui, "tive que deixá-la" porque nos mudamos de Nioaque para a região de Dourados/MS... Naturalmente que com longos períodos de 'nenhuma produção', ocasionados por dificuldades da vida, novas mudanças, cirurgias (poliomielite), mais dificuldades e que tais!

 

8. Você tem dificuldade de escrever em prosa, em verso?

R = Não sou nenhum gênio, mas "não muito"!

=

 

9. Você possui algum lugar onde publica textos virtualmente? Qual?

R = Não tenho nada em especial, mas utilizo, às vezes, o "e-mail" como ferramenta.

 

 

10. Que temas prefere escrever? Desagrada-lhe escrever sobre algum tema em específico?

R = Não me agradam os temas ou textos técnicos.

 

 

11. Aprecia outros tipos de arte usualmente? Frequenta museus, teatros, apresentações musicais, salões de pintura? Está envolvido com outro tipo de arte (é pintor, músico, escultor?)

R = Eu costumo dizer que sou "um arteiro por excelência", apreciando as manifestações

artísticas e esportivas globais que curto, nos últimos tempos, via Internet; apaixonado pela Natureza, amo o bucolismo e sou pescador desde o ventre de minha mãe, pois neto de pescador profissional... Eu até que tentei ser filatelista, mas o custo...

Não tenho outras aptidões artísticas.

 

12. Que retorno você espera da literatura para si mesmo no Brasil? E a nível de mundo?

R = Eu sou um sonhador modesto, um escrevinhador que se satisfaz, por exemplo, com essa alegria que o presente Concurso proporcionou -- o retorno de um sentimento meu que, extravasado, parte, se reparte e multiplica nos corações e almas dos que conquistou aqui ou lá fora... Não vivi, não vivo e nem viverei da Literatura. Mas vivo impregnado dela e dos seus tesouros mágicos e milagrosos. E não entendo Literatura sem educação, estudo e muita sensibilidade!

 

 

13. Você acha que o brasileiro médio costuma ler? Acha que ele gosta de literatura tradicional ou só de notícias rápidas e sem profundidade?

R = O brasileiro médio (classe média) é carente de tudo, em se tratando de leitura, pois, via de regra, não a teve na casa de seus pais, na escola e nem nessa vida competitiva em que subsiste hoje -- arcando com os custos altíssimos das escolas para os filhos, dos planos de saúde, da máquina estatal que o esmaga com encargos e impostos diuturnamente. O povo brasileiro "médio" não costuma ler, não gosta de Literatura e curte notícias rápidas e sem profundidade.

 

14. Você costuma registrar seus textos na FBN antes de publicá-los? Sabe da importância disso?

R = Nunca registrei os meus escritos na FBN.

15. Já tem livros-solo publicados? Consegue vendê-los com certa facilidade?

R = Nem uma coisa nem outra.

 

 

16. Já conhecia o poeta-escritor Oliveira Caruso?

R = Não antes de participar do presente Concurso Literário.

 

 

17. Você trabalha com literatura inclusive para aumentar sua renda ou a leva como um delicioso hobby?

R = Menos pela renda e mais pelo prazer de entreter, de encantar os meus semelhantes.

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